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A Vida com o Bebê

Tirar a Chupeta: Como e Quando?

Dizer adeus à chupeta pode ser algo difícil para a criança. Então, vamos ajudar!

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Eles escondem chupetas nas beiradas do berço e dentro do baú de brinquedos. Você tem uma no carro e uma na bolsa-etem no mínimo duas secando no escorredor da pia da cozinha. Se você é mãe de um viciado em chupeta, essa é sua vida. Mas como tirar a chupeta? Aqui temos algumas dicas.

Faça logo Durante o primeiro ano de vida, chupar chupeta tem benefícios em relação à proteção do bebê, pois ela ajuda a reduzir o risco de Síndrome da Morte Súbita Infantil. Mas depois dos 12 meses, a maioria dos especialistas concorda que os pais devem começar a tirara chupeta de cena, diz Eva Love, pediatra americana. Tente limitar a chupeta aos 2 anos e tirá-la de vez aos 4 anos, diz a Dra. Eva. "A essa altura, a chupeta pode causar danos à mordida e dentição-o que pode afetar a mastigação, a fala e a aparência, necessitando de tratamento ortodôntico", ela diz.

Quanto mais cedo conseguir eliminar a chupeta da vida da criança, mais fácil será, afirma Melanie Potock, fonoaudióloga e co-autora do livro Raising a Happy, Healthy Eater. "Há um período de crescimento cognitivo rápido por volta dos 2 anos de idade, o que faz a criança perceber que ela tem um pouco de controle sobre os adultos e suas ações", explica Melanie. Então, quando as crianças chegam aos (às vezes, terríveis) dois anos, é mais provável que protestarão contra a remoção da chupeta. Para as crianças que já tem 3 anos, o apego é mais emocional do que físico, então a abordagem dos pais pode ser mais direta e objetiva (ver quadro abaixo).

Apresente substitutos Seu filho já deve ter uma naninha ou um ursinhoe special, mas se ainda não tiver, arranje algo. "Comece com algo macio, como uma naninha ou algum brinquedinho que vibra e sempre ofereça outros brinquedinhos para mordiscar", diz Potock. Para a criança, a mastigação substitui a sucção da fase antiga, quando era um bebê e o estímulo que dá ao cérebro é tão calmante quanto.

Quebrou! O mundo é um lugar imperfeito onde até as chupetas quebram e precisam se aposentar. "Converse com a criança sobre objetos que não servem mais", diz Potock. Por exemplo, se você encontrar algo que não serve mais, como um brinquedo ou canetinha, você pode dizer que aquilo está quebrado e não tem mais conserto, então você vai ter que jogar fora." Fale sobre isso ao longo do dia e quando estiver tudo pronto, jogue fora a chupeta. Você pode mostrar para a criança e dizer que "está quebrada" e juntos jogarem a chupeta fora. (Na verdade, uma chupeta quebrada apresenta risco de asfixia e deve mesmo ser jogada fora).

Contagem regressiva Você pode também tentar a abordagem dos 3dias. "No primeiro dia, você fala para a criança que logo logo ela vai dar a chupeta.", diz a especialista. Seja breve(30 segundos) e então repita isso no segundo dia, enfatizando que isso irá acontecer "amanhã". No terceiro dia,pegue todas as chupetas junto com a criança e decidam juntos para onde elas devem ir.

Limite o uso Outro método é limitar o uso da chupeta a certos lugares ou horários específicos, explica Love. Você pode começar mantendo a chupeta em casa, mas proibindo ouso no carro e na escolinha ou berçário. Após uma semana, mais ou menos, informe à criança que a chupetasó poderá ser usada na hora da soneca e à noite, na hora de dormir.

Escolha o seu "ritual" "Muitos pais reciclam as chupetas, deixam para a fadinha em troca de um presente de "criança grande" ou guardam dentro de um ursinho em casa", afirma Love. O filho de Erin, Liam, chamava a chupeta de "Didi", então ela contou pra ele sobre a Fada Didi. "Ele parou de usar a chupeta com 3 anos e meio, em troca de um brinquedo de "menino grande", diz essa mãe de Nova York.

Tirar de uma vez Sim, como arrancar um esparadrapo rapidamente, tirar a chupeta de uma vez por todas-sem nunca olhar pra trás-é perfeitamente normal. E, às vezes, é o único jeito que funciona. "Eu falei que tinha perdido a chupeta e também tentei espaçar os horários de uso, mas oúnico método que funcionou foi jogar tudo fora de uma vez só", diz Summer, mãe de três, que vive em Kaysville. O meu filho Ben teve um chilique daqueles e fez umas birrinhas durante alguns dias, mas depois passou. Não importa qual método escolher, você tem que seguir firme com seu plano, solicita a especialista. "Não ceda! Não ceda mesmo que a criança chore, grite e se jogue no chão. Fique firme e saiba que, como todas as grandes transições, essa também vai passar".